viernes, 29 de noviembre de 2013

Trasmite

Caminos de la Nueva Evangelizaciòn 3 No texto, o papa transmite ânimo e convoca. “Quero animá-los a sair para anunciar a todos o Cristo, caminho, verda de e vida. Não existe o discipulado missionário estático. O discípulo de Cristo precisa viver um constante dinamismo: para Cristo e para os irmãos. Não pode estar centrado em si mesmo, seu centro é o Senhor, que o convoca e envia às periferias existenciais”. Na carta o papa retoma ainda, as reflexões que fez na JMJ Rio 2013. “A missão é paradigmática. Nada nem ninguém na Igreja pode ficar alheio à missão. ‘A Igreja inteira é missionária’ (AD 35)”. Por maior que sejam as dificuldades e limitações, de acordo com o papa, não existem desculpas “diante da maravilha, graça e urgência de contribuir com nossa vida na evangelização”. Por fim, a mensagem lembrou a necessidade de avançar pelo mesmo caminho de Cristo: “o caminho da pobreza, da obediência, do serviço aos outros e da entrega de si mesmo até encher o mundo de esperança”.
A missão universal da Igreja
Na sua intervenção, o cardeal Fernando Filoni, Prefeito da Congregação Para a Evangelização dos Povos e enviado do papa Francisco ao Congresso, insistiu numa maior participação do Continente americano na missão  universal da Igreja. “A Igreja precisa do vosso entusiasmo, criatividade e alegria. Não somente da América Latina, mas toda a América”. Em seguida recordar os discursos do papa Francisco em sua visita ao Brasil, onde insiste na importância da missão não somente para dentro, mas além-fronteiras em outros continentes.
“Estou convencido que este Congresso representa para as igrejas na América uma grande paixão pela Missão universal ... que a missio ad gentes e de maneira particular, aquela ad extra é também o meio mais eficaz para voltar a dar vitalidade e entusiasmo às nossas comunidades. Efetivamente esta missão coserva ainda uma força agregadora e propulsora”.
Ao falar das dificuldades enfrentadas pelo Continente, o cardeal lembrou a declaração de Puebla “de dar da sua própria pobreza e desde a alegria de sua fé”. Reconheceu que em alguns países, o compromisso com a missão além-fronteiras cresceu de modo significativo. Contudo, “a Igreja no Continente no seu conjunto está ainda longe de cumprir o sonho de João Paulo II que a queria como uma grande força missionária para mundo avalio.

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